A retirada de pintas pode estar relacionada não só a questões estéticas, mas também de prevenção ao câncer de pele.

É muito normal ter sinais (também chamados de pintas) pelo corpo. Algumas pessoas os consideram um charme especial, enquanto outras sentem bastante incômodo com sua existência. As pintas podem ter diversas formas, cores e tamanhos, e a análise desses padrões é essencial para separar lesões benignas das malignas.

Especialistas afirmam que a grande maioria desses sinais não tem risco de evoluir para um câncer, mas apenas após a avaliação específica de cada um deles é possível definir se há indicação para remoção ou não.

O acompanhamento feito pelo médico, no geral, utiliza quatro características para classificar as pintas como malignas ou benignas:

  • Assimetria (formatos irregulares)
  • Bordas (limites imprecisos ou contornos sem regularidade)
  • Coloração
  • Diâmetro

Quando as pintas não mostram características de malignidade, a indicação de remoção pode ser por motivos estéticos ou por localização. Por exemplo, uma pinta no rosto que levanta questões em relação a aparência, ou ainda um sinal no corpo que causa leve dor pelo atrito com roupas ou acessórios.

Pessoas com pele muito branca ou que ficam muito tempo expostas ao sol estão em maior perigo de aparecimento do câncer de pele. Mas esses não são os únicos fatores de risco. Visite seu médico com frequência e relate quaisquer alterações que tenha percebido.

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