A gastroplastia, mais conhecida como cirurgia bariátrica, cirurgia da obesidade ou ainda como cirurgia de redução do estômago, tem como objetivo reduzir o peso de pessoas com o IMC muito elevado.

O IMC é o Índice de Massa Corporal, calculado através do peso e da altura dos pacientes para identificar se aquela pessoa se encontra dentro dos padrões considerados normais. A Organização Nacional de Saúde (OMS) recomenda a bariátrica para quem tem IMC acima de 35 Kg/m² com complicações atreladas, como apneia do sono, hipertensão arterial, diabetes, aumento de gorduras no sangue e problemas articulares, ou para pacientes com IMC maior que 40 Kg/m² que não tenham obtido sucesso na perda de peso após dois anos de tratamento clínico, incluindo o uso de medicamentos.

Seja qual for a técnica utilizada pelo cirurgião, a gastroplastia traz grandes alterações para o cotidiano de quem se submete a ela. Essas mudanças não se restringem apenas ao período pós-operatório; pelo contrário, elas se mantêm por um longo período.

A primeira alteração que os pacientes costumam relatar é em relação à alimentação: com o estômago literalmente reduzido, a pessoa passa a só conseguir ingerir alimentos em pequenas quantidades. Além disso, comidas muito gordurosas ou pesadas não são bem aceitas pelo organismo.

A bariátrica costuma ser um grande divisor de águas; além de ocasionar a perda de peso, as pessoas que decidem fazer tal cirurgia costumam conseguir mudar completamente de vida, tendo hábitos muito mais saudáveis e muito mais disposição para viver a vida plenamente.

Todas essas possibilidades dependem do conhecimento e experiência da equipe médica e do compromisso do paciente em seguir à risca as orientações dadas.

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